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ROTA DE COLISÃO

               Vivemos uma época de mudanças em segundos, políticas que são auto-suficientes, gerando para elas mesmas a tranquilidade.

               A humanidade corre atrás de catástrofes, não espera por solução, gosta ser preenchido com violência, é como se outros valores fossem sendo digeridos pela desgraça, corremos um risco muito grande de nos desumanizar, já somos insensíveis aos outros.

 

               A terra, planeta sobrecarregado, emite gemidos através de vulcões, enlouquece em furacões, enquanto o homem cegado pela ganância brinca de planos emergenciais ecológicos.

 

                O planeta morrendo grita que todas suas reservas naturais: madeira cortada, minerais saqueados, mares envenenados, caças proibidas de animais em prática extinção, terra seca exaurida por vários anos de adubos tóxicos, começa mostrar sua fraqueza.

 

                 O nosso espaço foi atingido de forma degradante com inúmeros satélites inativos, e outro tantas máquinas que giram sob nossas cabeças a ponto de cair. O homem tem necessidades de uns investigarem outros, pois não crêem em suas palavras.

 

comendo

 

               Estamos em rota de colisão, se ao crescer aprendêssemos com as tempestades da vida que exigem uma importante ferramenta chamada caráter, não é uma simples palavra, mas significam quais são suas características, diante do outro, diante da natureza diante do planeta diante do mundo, diante de si mesmo.

 

                Pilotos experientes de navios , quando se encontram com uma tempestade, o melhor é navegar com ela, embora alcance velocidades assustadoras, para evitar que o navio emborque.

 

               Precisamos ter essa mesma atitude e repensar como vemos a tempestade que estamos passando.

 

                 O caráter firme é o leme de sua tempestade, não precisa se tornar errado para parecer certo diante de uma sociedade doente.

 

 

                Você só tem uma vida, acerte na primeira.

 

                Moisés Montês, 2016.